A casa
Rui Império · Mestre barbeiro e fundador
Abri a Império em 2016 com uma cadeira emprestada e uma ideia simples: um homem devia poder sentar-se, calar-se meia hora e sair de cabeça levantada. Não inventei nada — só me recusei a despachar.
Aqui não há corte de dez minutos. Há conversa se quiser, silêncio se preferir, e uma navalha que só toca na cara depois da toalha quente. É assim que o meu avô fazia e continua a ser a única forma que sei.
Hoje somos três barbeiros e continuamos a atender por marcação para ninguém ficar à espera de pé. O que mudou foi o número de cadeiras. O resto está igual.
«Um bom corte não se nota. Nota-se a pessoa.»
Meia hora por cliente, sem despachar ninguém para encaixar mais um.
Quem lhe cortou da primeira vez corta-lhe da segunda. Marca sempre com o seu barbeiro.
Trabalhamos com marcas profissionais e vendemos as mesmas que usamos.
A melhor forma de perceber se somos a casa certa para si é aparecer.
Marcar corte